Amigos falam do lado negro de Whitney Houston na Rolling Stone

Essa semana, Whitney Houston se tornou a primeira artista feminina a ter 3 álbuns ao mesmo tempo, entre os 10 primeiros lugares do chart da Billboard. Se fala muito sobre a hipocrisia do amor absoluto que surge pelos artistas que morrem, mas eu acho que nada mais justo que uma artista como ela ter sua memória homenageada com vendas absurdas de álbuns, tributos, choradeira e capas de revista. É o minino que se espera.

Afinal, quantas conseguem ser um sucesso na música e no cinema? Só as maiores divas da história do entretenimento da qual Whitney faz parte agora, uma parte e tanto.

E não é a toa que todos sentem falta de Whitney, ela é uma grande influência para muitos dos artistas que ouvimos hoje em dia e responsável por tantos super hits, que pelo menos alguns deles, com certeza estão associado a alguma memória sua.

Se para o nem tão fãs foi chocante, para os amigos próximos – que perderam não só um icone da música pop, mas a mulher única que tornou esse icone real, está sendo realmente doloroso. Na Rolling Stone americana da segunda quinzena de março, a revista aborda os motivos que levaram a estrela a ter dias tão sombrios em sua vida, e conversa com pessoas que eram seus amigos mais próximos.

“Nós (os amigos de Whitney) falávamos muito sobre isso, e ninguém tinha a resposta. De onde veio essa revolta? Ela nem sempre existiu”, declarou Gerry Griffit. Sua madrinha, Darlene Love lembrou de quando estava grávida e Whitney vivia perguntando o que ela queria e depois ia correndo comprar tudo que ela pedia. “Ela sempre foi adorável”, contou Darlene.

As visualizações dos videos da artista no YouTube aumentaram em 80% e como ela merece a atenção, vamos aproveitar para ouvir a primeira gravação da voz de Witney, na faixa “Life’s a Party” feita nos anos 70.

Fotos: Reprodução

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